
Celulares de entrada e intermediários da Samsung e da Motorola estão entre os mais vendidos de 2026 até agora em marketplaces como Amazon e Mercado Livre. O bom volume de vendas, porém, não significa que todos entreguem a mesma experiência no dia a dia. Para ajudar na escolha, o TechTudo reuniu alguns dos smartphones mais procurados e analisou o que cada um entrega na prática. 📱Comparador de celulares do TechTudo: analise preços, ficha técnica e recursos 🔎Review Galaxy A57: mudanças pontuais justificam abandonar o A56? A seleção leva em conta preço atual, especificações, proposta de uso e principais limitações, para mostrar quais modelos realmente valem a pena para diferentes perfis de consumidor. Os preços citados no texto foram verificados durante a apuração da matéria, em abril de 2026. Confira a seguir. Samsung Galaxy A36 5G está entre os celulares mais vendidos do Brasil Divulgação/Samsung ➡️ Canal do TechTudo no WhatsApp: acompanhe as principais notícias, tutoriais e reviews 📝Qual é o celular da Motorola que tem a melhor bateria? Opine no Fórum do TechTudo Initial plugin text Celulares mais vendidos em 2026 até agora: veja se valem a pena Nesta lista, o TechTudo reuniu alguns dos celulares mais vendidos na Amazon e no Mercado Livre em 2026 até agora. Confira. Como escolhemos os celulares da lista? Galaxy A07 — a partir de R$ 598 Moto G06 — a partir de R$ 668 Galaxy A17 — a partir de R$ 944 Moto G35 — a partir de R$ 891 Moto G15 — a partir de R$ 890 Galaxy A36 — a partir de R$ 1.430 Galaxy A56 — a partir de R$ 1.950 Como escolhemos os celulares? Para montar esta lista, o TechTudo selecionou modelos que aparecem entre os mais vendidos em marketplaces como Amazon e Mercado Livre, dois dos principais canais de compra de smartphones no Brasil. A proposta foi reunir aparelhos que vêm chamando a atenção do consumidor não só pelo preço, mas também pelo equilíbrio entre ficha técnica, recursos e proposta de uso no dia a dia. A seleção considera celulares de diferentes faixas de preço e perfis de público, indo de opções mais básicas, voltadas a tarefas simples, até modelos intermediários com tela melhor, conectividade mais completa e maior longevidade de software. Em cada caso, a análise leva em conta especificações como processador, memória RAM, armazenamento, bateria, tela, câmeras e recursos extras, além de pontos práticos que ajudam a entender para quem o aparelho faz sentido e para quem ele pode não ser a melhor escolha. Galaxy A07 — a partir de R$ 598 O Galaxy A07 é um celular que chama atenção pelo preço baixo e pelo pacote equilibrado para tarefas básicas. Entre os destaques estão a tela de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, a bateria de 5.000 mAh e a promessa de até seis anos de atualizações de sistema e segurança, algo raro nessa faixa de preço. O conjunto ainda inclui versões com até 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento, o que ajuda a tornar o aparelho mais interessante para quem quer fugir do básico mais limitado. Na prática, o modelo faz mais sentido para uso cotidiano, como WhatsApp, redes sociais, vídeos, chamadas e navegação. Isso porque o processador octa-core MediaTek Helio G99, fabricado em 6 nanômetros (nm) e com frequência máxima de 2,2 GHz, entrega desempenho honesto para tarefas comuns e multitarefa leve. Ele não transforma o Galaxy A07 em um celular gamer, mas tende a lidar melhor com apps do dia a dia do que chips mais simples da categoria. A presença de certificação IP54 também soma pontos, já que adiciona alguma proteção contra respingos e poeira. Samsung Galaxy A07 chama atenção pelo preço baixo e pelo pacote equilibrado para tarefas básicas Divulgação/Samsung Por outro lado, o Galaxy A07 traz limitações claras. A tela tem resolução HD+, o que pode comprometer a nitidez em um painel tão grande. O conjunto fotográfico é básico, com câmera principal de 50 MP e sensor de profundidade de 2 MP, sem grande versatilidade. Além disso, o aparelho não tem NFC, o que impede pagamentos por aproximação. Em análise do portal especializado GSMArena, o modelo aparece como uma opção competitiva dentro da faixa de entrada, principalmente pela combinação entre preço baixo, bateria adequada, carregamento de 25 W, proteção IP54 e a promessa incomum de seis grandes atualizações do Android. O site, porém, ressalta que a tela LCD HD+ tem brilho e cores limitados, que a versão básica com 4 GB de RAM pode sofrer com lentidão e que a falta de NFC pesa contra o aparelho. No Brasil, ele pode ser encontrado por a partir de R$ 598 na Amazon. Prós: preço baixo; bateria de 5.000 mAh; até seis anos de atualizações; versão com até 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento; certificação IP54; Contras: tela HD+ em painel grande; sem NFC; câmeras simples; versão básica com 4 GB de RAM pode limitar o uso; Para quem vale a pena? Para quem quer um celular barato para WhatsApp, vídeos, redes sociais e tarefas básicas do dia a dia; Para quem não vale? Para quem busca melhor tela, mais desempenho em jogos ou NFC para pagamentos por aproximação. Moto G06 — a partir de R$ 668 Quem procura um celular barato com tela grande pode encontrar no Moto G06 uma opção interessante. O modelo aposta em um painel de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, além de bateria de 5.200 mAh e certificação IP64. A combinação ajuda a destacar o aparelho dentro da faixa de entrada, principalmente para quem prioriza vídeos, redes sociais e navegação no dia a dia. Há ainda extras que nem sempre aparecem em concorrentes diretos, como som estéreo e proteção Gorilla Glass 3. Ainda assim, o conjunto deixa claro que se trata de um smartphone básico. O Helio G81 Extreme, chip da MediaTek fabricado em 12 nanômetros e com frequência máxima de 2,0 GHz, deve lidar bem com tarefas comuns, como WhatsApp, YouTube, Instagram e navegação, mas está longe de ser a melhor escolha para jogos pesados ou multitarefa mais intensa. A experiência visual também tem um porém importante: embora os 120 Hz ajudem na fluidez, a resolução HD+ em uma tela tão grande reduz a nitidez e pode incomodar usuários mais exigentes. Moto G06 é um modelo de entrada popular nos principais marketplaces do país Reprodução/Motorola A autonomia é um dos pontos mais fáceis de defender no modelo. A bateria de 5.200 mAh tende a segurar bem um dia inteiro de uso e pode até ir além em perfis mais leves. Em contrapartida, o carregamento de 10 W é modesto até para a categoria, o que significa mais tempo na tomada. Outro ponto de atenção é a ausência de NFC, que impede pagamentos por aproximação. Em análise do portal Notebookcheck, o Moto G06 foi descrito como um celular acessível e atraente para o uso diário, com elogios para a tela de 120 Hz, a autonomia e a câmera principal de 50 MP aceitável para a faixa de preço. Entre as críticas, o site cita a baixa potência de carregamento, o notch em formato de gota e a política curta de atualizações. O aparelho pode ser encontrado por a partir de R$ 668 na Amazon. Prós: tela grande com 120 Hz; bateria de 5.200 mAh; certificação IP64; som estéreo; Android 15 de fábrica; Contras: resolução HD+ em painel muito grande; carregamento de apenas 10 W; sem NFC; desempenho limitado para jogos e uso mais pesado; Para quem vale a pena? Para quem quer um celular barato com tela grande para vídeos, redes sociais e tarefas do dia a dia; Para quem não vale? Para quem busca mais desempenho, melhor definição de tela ou recursos como NFC e recarga mais rápida. Galaxy A17 — a partir de R$ 944 O Galaxy A17 aparece como uma opção interessante para quem quer um celular de entrada mais atualizado, com alguns recursos que normalmente ficam restritos a faixas superiores. Entre os destaques estão a tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 90 Hz, a câmera principal de 50 MP com estabilização óptica e a promessa de seis anos de atualizações do Android e de segurança. O modelo também chama atenção por incluir NFC e por apostar em recursos de IA, como o atalho lateral para o Gemini Live, algo incomum nesse segmento. No uso diário, ele tende a ser mais interessante para quem prioriza tela, consumo de conteúdo, redes sociais e tarefas comuns com um pouco mais de conforto visual. Na versão 5G, o aparelho usa o Exynos 1330, chip de 5 nanômetros com frequência máxima de 2,4 GHz, enquanto a variante LTE traz o Helio G99, também bastante conhecido na categoria. Em ambos os casos, o conjunto faz mais sentido para uso básico a intermediário leve do que para jogos pesados ou multitarefa intensa, especialmente nas versões com 4 GB de RAM. Samsung Galaxy A17 é opção interessante para quem quer um celular de entrada mais atualizado Divulgação/Samsung A boa notícia é que o A17 entrega um pacote relativamente equilibrado, com bateria de 5.000 mAh, carregamento de 25 W, câmera frontal de 13 MP e proteção IP54 contra respingos e poeira. Por outro lado, ele não avança tanto em relação ao modelo anterior em alguns pontos e continua limitado em áudio, já que traz som mono. Em review do GSMArena, o celular foi elogiado pelo design, pela câmera principal competente, pela qualidade das selfies, pela bateria sólida e pelo suporte longo de software. O site, porém, apontou desempenho abaixo do ideal, especialmente na versão de 4 GB, além de tela básica para a faixa de preço e ausência de grandes evoluções frente ao antecessor. O aparelho pode ser encontrado por a partir de R$ 944 no Mercado Livre. Prós: tela Super AMOLED Full HD+; câmera principal com OIS; NFC; seis anos de atualizações; bateria de 5.000 mAh; Contras: desempenho pode decepcionar na versão com 4 GB de RAM; som mono; tela sem brilho tão competitivo; poucas evoluções em relação ao antecessor; Para quem vale a pena? Para quem quer um celular Samsung barato com boa tela, NFC, câmera principal competente e suporte longo de software; Para quem não vale? Para quem busca mais desempenho, som estéreo ou uma experiência mais fluida em jogos e multitarefa pesada. Moto G35 — a partir de R$ 891 Entre os modelos mais baratos da lista, o Moto G35 tenta se destacar com uma combinação pouco comum na faixa de preço: tela de 6,7 polegadas com resolução Full HD+, taxa de atualização de 120 Hz e suporte ao 5G. O aparelho também soma pontos por trazer NFC, câmera principal de 50 MP, bateria de 5.000 mAh e acabamento mais caprichado, com opções em couro vegano. No papel, é um pacote que chama atenção, especialmente para quem quer um celular acessível sem abrir mão de conectividade mais moderna. O problema é que a boa ficha técnica esbarra em um desempenho que pode decepcionar no uso diário. O Moto G35 vem com o processador Unisoc T760, fabricado em 6 nanômetros e com frequência máxima de 2,2 GHz. Embora o chip permita tarefas comuns, como redes sociais, vídeos, chamadas e navegação, ele não passa a sensação de agilidade que a tela de 120 Hz sugere. Em outras palavras, o celular até parece mais completo que muitos rivais diretos, mas pode frustrar quem espera fluidez constante ao alternar entre aplicativos ou usar o aparelho por mais tempo. Moto g35 apresenta bateria que dura o dia todo longe das tomadas Divulgação/Motorola Esse contraste ajuda a explicar por que o modelo divide opiniões. A tela é um dos grandes trunfos, já que combina alta taxa de atualização com resolução superior à de muitos concorrentes de entrada. A presença de uma câmera ultrawide e de recursos como NFC e 5G também reforça o bom custo-benefício no papel. Por outro lado, a experiência geral depende muito da tolerância do usuário a pequenas travadas e pausas. Segundo a análise do portal Tech Advisor, o Moto G35 foi descrito como um aparelho “bom o suficiente”, mas por pouco: o site elogiou a tela maior e mais nítida, a câmera ultrawide, a bateria e o software limpo da Motorola, mas criticou justamente a fluidez insuficiente no uso cotidiano. O aparelho pode ser encontrado por a partir de R$ 891 no Mercado Livre. Prós: tela Full HD+ com 120 Hz; 5G; NFC; câmera ultrawide; bateria de 5.000 mAh; acabamento mais caprichado; Contras: desempenho inconsistente no dia a dia; chip abaixo do que a ficha sugere; fluidez aquém do esperado; experiência pode frustrar usuários mais exigentes; Para quem vale a pena? Para quem quer um celular barato com 5G, NFC e tela melhor que a média da categoria; Para quem não vale? Para quem prioriza desempenho fluido, multitarefa mais rápida ou uso sem engasgos no dia a dia. Moto G15 — a partir de R$ 890 O Moto G15 tenta ocupar um espaço interessante entre os celulares de entrada ao apostar em alguns diferenciais pouco comuns na categoria. A ficha técnica traz tela de 6,7 polegadas com resolução Full HD+, bateria de 5.200 mAh, NFC e som estéreo com Dolby Atmos, além de acabamento em couro vegano, que ajuda a dar ao aparelho uma aparência mais sofisticada. Para quem quer um modelo básico com visual mais caprichado e boa experiência para vídeos, redes sociais e navegação, ele pode parecer uma escolha bastante competitiva. O conjunto, no entanto, continua voltado a um uso simples. O Helio G81 Extreme, da MediaTek, é fabricado em 12 nanômetros e atinge frequência máxima de 2,0 GHz. Na prática, isso significa desempenho suficiente para tarefas cotidianas, mas ainda com limitações claras para jogos mais pesados e multitarefa mais intensa. A resolução Full HD+ é um ponto positivo importante, especialmente porque muitos concorrentes diretos ainda ficam no HD+, mas a taxa de atualização de 60 Hz deixa a navegação menos fluida do que em rivais com 90 Hz ou 120 Hz. Motorola Moto G15 tem desempenho inferior Reprodução/Motorola Outro ponto que joga a favor do Moto G15 é a bateria. Os 5.200 mAh tendem a entregar boa autonomia, e o aparelho ainda mantém recursos úteis como entrada P2, cartão microSD e NFC para pagamentos por aproximação. Em contrapartida, ele segue sem 5G e tem política de atualização curta, com apenas dois anos de updates de segurança, o que reduz sua longevidade. De acordo com análise do site Notebookcheck, o modelo foi elogiado pelo acabamento limpo, pela boa duração da bateria, pela localização precisa e pela câmera ultrawide decente para a categoria. Entre as críticas, o site apontou o desempenho ainda limitado no dia a dia, a presença de muitos apps pré-instalados, o armazenamento lento e os alto-falantes apenas adequados. O aparelho pode ser encontrado por a partir de R$ 890 na Amazon. Prós: tela Full HD+; bateria de 5.200 mAh; NFC; som estéreo com Dolby Atmos; acabamento em couro vegano; Contras: desempenho limitado no uso mais exigente; tela de 60 Hz; sem 5G; política curta de atualizações; Para quem vale a pena? Para quem quer um celular básico com tela mais nítida, boa bateria, NFC e visual mais caprichado; Para quem não vale? Para quem busca mais fluidez na navegação, melhor desempenho para jogos ou conectividade 5G. Galaxy A36 — a partir de R$ 1.430 O Galaxy A36 entra na lista como uma opção intermediária para quem quer subir de categoria sem chegar ao preço do Galaxy A56. O modelo combina tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz, brilho forte, certificação IP67 e seis anos de atualizações do Android, pacote que o coloca em posição interessante para quem prioriza longevidade, boa experiência visual e construção mais refinada. A presença de câmera principal de 50 MP com OIS, som estéreo e NFC também ajuda a deixar o conjunto mais completo no uso diário. No desempenho, a Samsung adotou o Snapdragon 6 Gen 3, processador de 4 nanômetros com frequência máxima de 2,4 GHz que deve lidar bem com multitarefa, redes sociais, streaming, apps bancários e até jogos ocasionais, embora sem o fôlego de modelos mais agressivos em performance na mesma faixa de preço. Outro ponto positivo é a recarga de 45 W, que melhora a experiência no dia a dia, ainda que o aparelho não traga carregador potente na caixa. Samsung Galaxy A36 5G é intermediário com preço competitivo Divulgação/Samsung Ao mesmo tempo, o Galaxy A36 não avança tanto quanto poderia em alguns pontos. O conjunto de câmeras permanece muito parecido com o de gerações anteriores, e a falta de slot para microSD pode incomodar quem gosta de expandir o armazenamento sem depender da nuvem. Em análise do GSMArena, o modelo foi elogiado pela construção, pelo brilho forte da tela, pelos alto-falantes estéreo, pelo desempenho adequado e pela política longa de atualizações. Por outro lado, o site criticou a falta de avanços relevantes nas câmeras, a ausência de HDR em vídeo na tela, o fim do suporte a microSD e o preço de lançamento considerado alto. Hoje, porém, com valor mais baixo, o aparelho se torna mais competitivo. O Galaxy A36 pode ser encontrado por R$ 1.430 na Amazon. Prós: tela Super AMOLED com 120 Hz e brilho forte; construção com IP67 e Gorilla Glass Victus+; som estéreo; recarga de 45 W; NFC; seis anos de atualizações; Contras: câmeras evoluíram pouco; sem entrada para microSD; tela sem suporte a HDR em vídeo; não é o mais forte em desempenho na faixa; Para quem vale a pena? Para quem quer um intermediário equilibrado, com boa tela, construção mais premium, NFC e suporte longo de software; Para quem não vale? Para quem prioriza câmeras mais fortes, máximo desempenho pelo preço ou questão de expandir armazenamento com cartão microSD. Galaxy A56 — a partir de R$ 1.950 O Galaxy A56 é o mais completo da lista e também o mais caro entre os modelos citados. Ainda assim, ele aparece como uma opção interessante para quem quer sair da faixa de entrada e levar para casa um intermediário mais equilibrado, com tela de alta qualidade, câmeras competentes, boa construção e promessa longa de atualizações. O aparelho traz painel Super AMOLED de 6,7 polegadas com 120 Hz, bateria de 5.000 mAh, proteção IP67 e conjunto traseiro com câmera principal de 50 MP com estabilização óptica, além de ultrawide de 12 MP e macro de 5 MP. No desempenho, o modelo também sobe de patamar em relação aos demais da lista. O chip Exynos 1580, fabricado em 4 nanômetros e com frequência máxima de 2,9 GHz, trabalha com 8 GB de RAM e entrega uma experiência mais folgada para multitarefa e até jogos mais pesados em qualidade intermediária. Não chega a ser um celular gamer, mas já entra em uma faixa de uso mais confortável para quem quer ficar alguns anos com o mesmo aparelho. A recarga de 45 W e os seis anos de atualizações de sistema e segurança reforçam ainda mais esse perfil de longevidade. TUDO o que VOCÊ precisa saber sobre o novo Samsung A56! 😯 Na prática, o Galaxy A56 faz sentido para quem quer um intermediário premium sem partir para um topo de linha. Em review do TechTudo, o modelo foi descrito como um aparelho equilibrado, com design refinado, tela de alta qualidade, recursos de IA e atualização garantida por anos. O texto também destaca que ele se sobressai frente a concorrentes como Redmi Note 14 Pro 5G e Motorola Edge 60 Fusion, principalmente em desempenho e longevidade, além de mostrar evolução perceptível em relação à geração passada. O principal ponto de atenção fica para o carregador mais lento que acompanha o produto, já que, para aproveitar todo o potencial da recarga, pode ser necessário investir em um adaptador mais potente. O Galaxy A56 pode ser encontrado para compra por a partir de R$ 1.950 na Amazon. Prós: tela Super AMOLED com 120 Hz; bom desempenho para a categoria; câmeras equilibradas; IP67; seis anos de atualizações; recarga de 45 W; recursos de IA; Contras: mais caro que os demais da lista; sem slot para microSD; carregador da caixa é mais lento que o suportado; não é a melhor escolha para quem quer foco total em jogos; Para quem vale a pena? Para quem quer um celular mais completo, com boa tela, câmeras competentes, desempenho sólido e muitos anos de atualização; Para quem não vale? Para quem quer gastar pouco, precisa de cartão microSD ou busca o máximo de desempenho possível pelo menor preço. Com informações de TechTudo (1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7), GSMArena, Samsung, Motorola, Mercado Livre, Amazon, Tech Advisor, NotebookCheck Mais de TechTudo Nota de transparência: o TechTudo mantém uma parceria comercial com lojas parceiras. Ao clicar no link da varejista, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques. Os valores indicados no texto são referentes ao mês de abril de 2026.
source https://www.techtudo.com.br/listas/2026/04/celulares-mais-vendidos-em-2026-ate-agora-veja-se-valem-a-pena-edmobile.ghtml
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